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Consumo nos lares brasileiros cresce 1,73% em janeiro

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Em janeiro, o consumo nos lares brasileiros cresceu 1,73%, em comparação com o mesmo mês de 2025, segundo o monitoramento da Associação Brasileira de Supermercados (ABRAS). Em relação a dezembro, o indicador registrou queda de 19,34%. O recuo está relacionado à base elevada de comparação, uma vez que dezembro havia registrado alta de 15,69%. Os dados são deflacionados pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), calculado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Para o vice-presidente da ABRAS, Marcio Milan, o resultado de janeiro na comparação anual confirma que o consumo das famílias segue sustentado por fundamentos importantes, especialmente pelo mercado de trabalho mais aquecido e pela ampliação da renda real ao longo de 2025.
Ambiente econômico
O resultado encontra respaldo no ambiente econômico observado no encerramento de 2025, marcado por melhora no mercado de trabalho e por estímulos à renda. A taxa anual de desemprego recuou de 6,6% em 2024, para 5,6% em 2025. Houve a criação de mais de 1 milhão de postos com carteira assinada no período, levando o índice de empregados formais a patamar recorde. No início de 2026, a renda das famílias passou a contar com reforços adicionais e com a manutenção de programas de transferência e complementação de renda. Em janeiro, foram destinados R$ 13,1 bilhões ao Bolsa Família, beneficiando 18,77 milhões de famílias.
Cesta de 35 produtos
O Abrasmercado, indicador que acompanha a variação de preços de 35 produtos de largo consumo, registrou retração de 0,16% em janeiro. Com o resultado, o valor médio da cesta passou de R$ 800,35 em dezembro, para R$ 799,08 em janeiro. Segundo a associação, o movimento foi predominantemente influenciado pela queda nos produtos básicos, grupo que exerceu o principal efeito de contenção sobre o índice geral. Entre os destaques do mês, estão leite longa vida (-5,59%), óleo de soja (-3,32%), farinha de trigo (-1,63%), arroz (-1,55%), açúcar refinado (-1,54%) e café torrado e moído (-1,18%), além do feijão (-0,64%) e da farinha de mandioca (-0,56%).

Regiões
Regionalmente, o Sudeste se destacou, registrando a maior queda do mês (-0,23%), com o valor médio da cesta passando de R$ 820,85 para R$ 818,97, e influenciando a retração nacional (0,16%). Nas demais regiões, prevaleceram variações positivas. No Sul, foi observada a maior alta regional (+0,39%), com a cesta avançando de R$ 869,94 para R$ 873,35. O Nordeste registrou elevação de 0,26%, passando de R$ 715,34 para R$ 717,19. No Centro-Oeste, a alta foi de 0,08%, com o valor médio saindo de R$ 753,68 para R$ 754,26. No Norte, houve estabilidade relativa (+0,03%), com o preço médio variando de R$ 872,82 para R$ 873,07.
FONTE: GIRO NEWS 02/26
Imagem de aleksandarlittlewolf no Freepik

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